Mostrando postagens com marcador Natureza. Mostrar todas as postagens

Crie agora boas lembranças


Todo fim de ano buscamos as melhores frases de efeito para desejar as pessoas o que temos de melhor a oferecer de nós mesmos. Certa vez, comprei uma agenda que tinha uma frase motivadora em cada página do ano. Até hoje uma frase vive em minha memória: “Crie agora boas lembranças”. Nunca a esqueci. Isto foi há alguns anos. Hoje, entendo perfeitamente o poder dessa frase. É como se alguém te dissesse: Ei, vamos ser felizes!

Existe um caminho para obter felicidade real. Hoje! Agora! A resposta não está na bíblia, nem em poder de algum sábio no Tibete. Não é nem mesmo uma resposta. Esse caminho é a ação. Uma porção delas. Ações direcionadas de forma positiva para que você consiga diminuir suas lembranças negativas – as que fazem reviver determinadas situações – aumentando o espaço para suas lembranças positivas. É alterar o círculo vicioso dos pensamentos. Mudar a polaridade emocional para criar um gerador de força positiva. Não tem erro! Se a cada 24 horas você conseguir pensar, e fazer, o máximo possível de coisas que lembrem e produzam emoções positivas, pronto. Você vai aumentar o nível de felicidade na sua vida. E mais, das pessoas ao seu redor.

Quando o autor diz crie agora boas lembranças, ele sugere que a gente use nossa criatividade e capacidade de criação; no presente, ou seja, hoje; fatos e situações positivas, alegres; e que sejam memoráveis. Daqueles que você lembra e ri com sorriso no canto da boca! Que frase estupenda! Ao contrário, quando pensamos nas lembranças ruins, parece que até o tempo fecha. O pessimismo do “A vida é assim”. Você pode imaginar que este é só mais um texto otimista como outro qualquer. Não é. É bem realista. Inclusive, matemático! Tem coisa mais exata que a matemática?


É simples. Quanto maior seus momentos de lembranças positivas, menor os de emoções negativas. Isto vai gerar mais emoções positivas, mais sorrisos, mais integração e mais união. Não tem nada haver com divindades, destino, deus ou religião. É um processo de psicologia positiva. Tem haver com gratidão, tem haver com amor genuíno. Não é bom lembrar momentos que passamos junto com um amigo, por exemplo? Que seja um breve encontro. Ou mesmo uma conversa via chat. Pode ser até uma situação engraçada com seu bicho de estimação. Principalmente com quem se ama. Se você fosse uma fábrica de emoções e estas fossem produtos qual teria mais saída? As positivas ou negativas? Na mídia atual, as notícias negativas “é só sucesso”! É só ligar a tv ou acessar os portais de notícias atuais. Reclamamos muito de depressão, injustiças, tristezas, raiva etc. Uma choradeira em coro. Mas em nossa fábrica, qual é o produto em que estamos investindo? O de maior ou menor saída?

A gratidão não é nenhum mistério do universo, onde se faz uma oração pedindo algo e de repente se é agraciado. Gratidão é uma forma de colocar sua força a serviço da vida. Simplesmente uma troca baseada no reconhecimento. É só olhar em volta e ver tudo o que a existência nos fornece e como continua suprindo. A natureza, as águas, os animais. Nós humanos como pessoas e personalidades. Nossas vastas capacidades. Todo o amor que podemos multiplicar de pessoa para pessoa, sem intermediários. Quanta abundância existe na escassez de nossos pensamentos positivos. Quando vejo uma paisagem bonita ou uma pessoa que me faz um bem, eu penso: poxa, eu preciso agradecer de alguma forma, porque isso é muito bom!

Agora, já pensou o quanto de emoções positivas as pessoas podem gerar uma para outra? Não importa a raça: preto, branco, nativo. O ato de sorrir é o mesmo. O que provoca o riso são as boas lembranças. E mais uma vez falando em matemática, somar sempre é mais vantajoso, claro. Como a soma da variedade de raças no mundo, suas culturas e diversas formas de ser feliz. Quando achamos que só pode haver uma forma de ser feliz, subtraímos possibilidades de vida. E quando permitimos que cada um expresse sua maneira de ser sem julgamentos e reprovações, deixamos fluir as emoções positivas em abundância. É o trocar figurinhas da infância. O dividir o chocolate da caixa.


Este ano novo não se importe com o passado. Deixe-o ir. Faça um backup das lembranças positivas e coloque na área de trabalho. Reset o sistema! Comece a executar ações positivas, criando momentos de boas lembranças. Julgue que cada pessoa possui um imenso potencial do bem. Seja gerador de emoções positivas. Fabrique notícias do bem. Vamos ser mais felizes. Se houvesse um manual da vida ele diria: “Está tudo pronto. Agora, é só criar boas lembranças.”


Saudações gratiturnas!

4 vantagens de correr cedinho


1) O ar é tão puro que chega a dar um "barato" quando respira;


2) Não precisa se lambuzar de protetor solar. A vitamina D do sol é fresquinha;


3) Recebe vários "- Bom dia!";


4) Você pode encontrar a natureza brotando, assim como nessas fotos!

Pronto! Seu vigor está completo.

Segundo o especialista Sebastião Rodrigues Maia*, é primavera. Te amo.

*Tim Maia.

#fenixidade

Luz, sombra, e baratas?



Caminhava de volta pra casa, depois da corrida matinal, quando me deparei com um ser vivo no chão da calçada. O dia ainda estava nublado e o sol se preparava para expulsar todas as nuvens restantes que lhe obstruíam. Ela se debatia sobre o concreto de um daqueles tijolinhos do estacionamento da padaria. O efeito da luz do sol deveria ser algo parecido como pegar uma lupa e direcionar o feixe de luz para uma folha seca para atear fogo, como naquela brincadeira de menino travesso. Era uma barata! Em plena luz do dia, paralisada e tonta pelo excesso de luz. E se fossemos nós, ficaríamos também paralisados?

Na hora lembrei do texto magnífico de Marianne Williamson sobre nosso medo mais profundo. Esse bichinho o qual achamos tão repugnante e nojento, vive nos escombros há mais de trezentos milhões de anos. Passou pelo meteoro que dizimou os dinossauros e até hoje está aí se reproduzindo de maneira 'pragamática'. Mas, basta uma pequena luzinha para se esconder e evitar o brilho.

Esconder-se da luz é algo importante para pensar. Podemos estar nos escondendo da luz, como as baratas. Seja luz própria ou alheia. Há pessoas que se debatem para não mostrar seu brilho, fogem dos holofotes, esquivam-se das luzes. Embora antagônico, privam-se e aos outros da sua luz interna. Acabam contendo sua chama ao serem tolhidos por opiniões que contradizem o senso comum. O escurinho parece ser mais confortável, ou à meia-luz. Existe uma contradição. Ao mesmo tempo em que se quer um destaque, querem também uma ocultação, um certo fala baixo.


É nossa luz, não nossa escuridão que mais nos assusta.“ Fiquei pensando nisso quando vi a barata. Existe uma escuridão que tem status de afirmação para muitos jovens. É uma sensação gótica. Hoje, nem nos filmes os vampiros se escondem da luz. Quando o fazem é porque podem literalmente brilhar. É uma comparação esdrúxula sim. Pessoas e baratas. Mesmo com tantos comportamentos, dignos de asco, de pessoas que se acham um barato. Não vem ao caso, isso é julgamento. O que parece é que, assim como nossas amiguinhas de casca dura, somos ultrassensíveis à luz. Temos também outras coisas em comum. Às vezes, comemos qualquer coisa sem nenhuma restrição (e por isso, caso alguém esteja nessas condições e seja esmagado, vai sair aquela massa branca também (eca!). É a gordura que, ao contrário de nossas amigas antenadas, não protegem nossos órgãos internos. E quando perdemos a cabeça também conseguimos sobreviver - desta vez não no sentido literal.

É a sombra que nos segue e não nós
que seguimos a sombra. 

Esconder-se da luz é medo, talvez. Tem sido o modo de vida de muitas pessoas. Usar óculos escuros para proteger-se do sol e ao mesmo tempo impedir que vejamos o brilho nos olhos; ou ainda para ocultar emoções estampadas no rosto. Ver baratas durante o dia é sinal de que sua população cresceu tanto que falta lugar para se esconder. Vivemos numa sociedade que, infelizmente, molda nossos comportamentos para sermos como baratas. Ao ponto de não aturar a luz externa, não sair ao sol e questionamos também nossa luz interna. Aí volto na Marianne: “Nós nos perguntamos: quem sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso e fabuloso?” Este pensamento é a coisa mais comum que se passa na cabeça da grande maioria das pessoas. Vários de nós acreditam MESMO que uns são mais que os outros, ou vieram aqui para viver nas sombras. Aí que vem o grande enigma: é a sombra que nos segue e não nós que seguimos a sombra. 

rica

Siga os sinais



Na esperança de encontrar o sol nascendo hoje pela manhã, acabei levando bolo. O dia amanheceu nublado e com um resquício de chuva no cerrado. Mesmo assim cumpri minha corrida matinal restauradora.

O percurso é como todos os que existem nos parques ecológicos pelo país: uma pista para caminhar, correr, pedalar etc. Em volta, o ecossistema. Há placas que sinalizam o percurso, outras de advertência, bem como as de sinalização urbana.

O que mais me chama a atenção são os sinais que a natureza nos envia. Olha essa foto. Não parece que aquelas árvores ali estão dizendo: -Venha e fique à vontade! Estamos aqui te esperando pra te servir com maior prazer! Este é o nosso trabalho.

Parece papo de "podescrê", mas é ciência. O ar tão limpo que respiro enquanto corro aí nessas trilhas são elas que promovem, oferecem, produzem. Enquanto a gente corre no cotidiano sem parar para respirar, dizendo que não tem tempo pra nada.

rica

15º dia: A grande wi-fi da vida




Quem assistiu Avatar se lembra da conexão entre os habitantes do planeta e a natureza. Mais do que isso, era devoção. Esse tipo de amor está longe da realidade nos dias atuais. Imagine se você visse alguém na rua beijando uma flor ou abraçando uma árvore? O que vem à cabeça? O cara pirou, não é? Talvez. Se acha comum uma atitude dessas, parabéns! Você, sim, é normal. Um ser humano antenado com os valores universais da natureza, aliás, da sua própria natureza. Na era atual, não se fala em mais nada a não ser sobre estar conectado às redes – sociais e virtuais. São poucos os que estão genuinamente plugados na “grande rede”. Estamos conectados com tudo, menos com a natureza. Isso não é nada bom. Ficamos pendurados na teia da vida.

O homem se afastou da natureza de tal forma que não consegue se ver mais como parte dela. Coloca-se dono de uma propriedade. Um grileiro em escala global. Pode ser fruto de uma ambição sem escrúpulos de um animal que começou a pensar e a andar com duas pernas.

A sustentabilidade é uma questão que só agora tem se tornado pauta para um mundo melhor. As pessoas vivem (ou sobrevivem) como se houvesse alguma catástrofe natural que nos assola. As grandes corporações e governos – os “donos”, ainda não se conscientizaram. Mantêm ainda o mesmo pensamento do bípede metido a besta. O urbanismo exacerbado que desvirtuou todo o ecossistema, o consumo desenfreado; toda essa inversão de valores nos desconecta de nossa origem. A sorte é que grupos isolados estão em plena atividade para impedir o avanço desta idioteologia, trabalhando para reverter o pensamento alienado destes que herdaram a cisão de seus cordões umbilicais com a Mãe.


 As crianças de hoje raramente pisam na terra. Não sabem diferenciar um mamão de um abacate. Sim. O documentário “Muito Além do Peso (2012)” mostra isso e algumas outras bizarrices. Não precisa ir muito longe, ao perceber que temos muitas alergias a coisas que existem desde o florescer do Big Bang! Somos alérgicos ao pólen na primavera. A falta de exposição à natureza pode aumentar a incidência de asma, segundo estudo recente realizado na Universidade de Helsinque, na Finlândia.

Com certeza você sabe como são mais saudáveis as pessoas que vivem em áreas rurais. Grande parte das pessoas que moram nas cidades tem deficiência de vitamina D no organismo. Elas não têm tempo para pegar um sol e fazer uma caminhada pela manhã. Ou ainda estão impedidas pelas condições de onde moram: sem áreas verdes, no meio da selva de pedra. Existe ainda a pavimentação de certas áreas das cidades que estão a todo vapor. Na rua onde moro, por exemplo, acabaram de substituir jardins por estacionamentos em volta dos prédios. Mais carros, menos ar puro. Mais tijolos, menos flores.


Vamos todos sair da cidade e morar no mato? Longe disso. É preciso sim percorrer uma longa distância, que vai dos tênis de marca aos pés descalços no chão. Do oxigênio das matas a nossa respiração. Voltar à consciência, replantar as origens. Reconectar. Lembrar de que não somos seres separados da natureza. Sempre fomos conectados a ela na grande wi-fi do sinal da vida.

rica

Ilha dos Ipês


Natureza motivadora! Uma vez por mês vou postar uma foto da natureza onde quero mostrar o quanto ela pode nos ser inspiradora. São fotos in loco no momento da "aferição" do sentimento.

A vida passa e não paramos para observar o quanto o mundo é estupendo. Quanta tecnologia, quanta inteligência existe em cada átomo que compõe a matéria no universo. A correria é tanta que não damos conta de que a vida é pura abundância.

Vamos desfrutar a beleza da natureza sem moderação. Mas é preciso parar, desacelerar. Ou não conseguiremos captar sua essência. Diante de qualquer coisa que você ache divina pare, olhe e contemple. Como esse Ipê amarelo que me deparei nas minhas corridas no Parque Ecológico de Águas Claras/DF. Brasília é a Ilha dos Ipês!


"Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões de estrelas,isso basta para que seja feliz quando a contempla."

(Antoine de Saint-Exupéry)